sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

ALCÂNTARA-MAR


Passam centenas e centenas de pessoas, todos os dias nesta estação com a proximidade das Docas e zona marítima portuária que acolhe milhares de turistas vindos de os paquetes.




 
 
Sabia que estação de Alcântara-Terra foi premiada em 1941, com o 3º Prémio no Concurso das Estações Floridas? Quando lá passar repare nesta placa.
 
Quem diria que esta frequentada estação atingiria este nível de degradação e sujidade ? 
 
 
 
 
Precisa-se de nova pintura, limpeza, de um concurso par reabilitar a estação de Alcântara-Mar, cartão de visita para turistas e ponto de passagem recorrente de tantos passageiros.
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
Colocar em funcionamente as escadas rolantes.
 
 Há quanto tempo é que as escadas rolantes se encontram "temporariamente" avariadas?
 
 
 
 
 
 

 
Uma forma de promover a utilização dos transportes públicos, de recuperar a estação e, à semelhança de muitas estações de metro, torna-las mais atraentes.
 
Vamos lá  renovar esta estação!   
 
 
 
 
 

domingo, 13 de janeiro de 2013

CAMINHO DIÁRIO



Pedir desejos, não custa! Desejos, quantos quisermos, escritos numa folha de papel, no computador para ler todos os dias ... para o caminho diário da realização. 
 

É importante escrever, é uma forma de respondermos perante nós próprios.

Depois de escrever .... é fazer, FAZER sem desculpas ocas, fazer todos os dias para chegarmos onde queremos. Queixar e lamentar não fazem parte da lista, não combina com quem quer ser FELIZ!

DESEJOS PARA 2013:


    1. ....

    2. ....
    
    3. ...

    4. ....

  e a lista pode continuar ...



segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO DE 2013!

Depois de termos resistido, mais uma vez, ano fim do mundo, chega o final do ano! Inevitável e natural!

Nesta altura fazemos normalmente o balanço, uma visita pela memória aos momentos mais significativos e marcantes ao ano quase a terminar, renovamos desejos, ponderamos atitudes, sonhamos, sim, isso ninguém nos pode tirar, nem podemos deixar.

Para o próximo ano de 2013 escolhi uma palavra: RESISTÊNCIA! 
Por companhia tenho nos 365 dias do ano o OPTIMISMO! Agarre uma, duas palavras de eleição e atravesse o ano de 2013 e pense na luz que brilha no caminho.     



No final,  nada melhor do que um texto pleno de esperança para desejar um excelente ano de 2013! Vai ser, porque fazemos por isso!


"Tempo...Tempo...

Tempo: Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade que daqui pra diante será diferente... Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada.

Para você, Desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices,

Que sua família esteja mais unida,

Que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas...

Mas nada seria suficiente... Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.

Desejos grandes...e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade!"

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

JARDIM AMÁLIA RODRIGUES E CICLOVIA


Desfrutar do jardim num dia frio de sol, fazer uma caminhada, um passeio... 


Esta elegante ponte em madeira é a ligação para o outro lado, não da margem, mas de um agradável passeio pela ciclovia, cada vez mais perto de Monsanto!




 



















Depois é passear no Jardim Amália Rodrigues....

 



ou aproveitar para almoçar ao ar livre, um hábito que estamos a criar, felizmente! 


Com este fantástico clima e agradável jardim, o convite para um almoço leve e saudável ao ar livre é uma combinação perfeita!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

LUZES DE NATAL


As luzes de Natal estão aí! Muitas ou poucas, condicionadas pelo factor C (rise) que conhecemos, simbolizam a esperança, a animação e um brilho que nos transmite conforto. A luz existe, é preciso apreciar.



Mais do que nunca equacionamos valores, hábitos, o nível e necessidade de consumo. Preciso mesmo de comprar isto?  Não precisamos de deixar de oferecer presentes de Natal.

Os tempos mudam e a vontade acompanha, diria também, as modas aliadas à conjuntura, adaptações às necessidades, e, "a necessidade aguça o engenho".




 


Reutilizar, readaptar, criar, inovar são princípios para a mudança. Este Natal é também de mudança e, os presentes, a forma como encaramos as compras para o Natal não são excepção. Outros valores impõem-se. É preciso abandonar aquela convicção social de que "temos que oferecer" a quem mal falamos durante  o ano. Claro, os presentes oferecem-se, são uma dádiva, uma manifestação de generosidade, de afecto autêntico.  

                              

Faça os seus próprios presentes, são personalizados e criativos.


Ofereça emoções: levar uma pessoa a lanchar num local que não conhece,  e agradável, simplesmente levar a passear ou ver as luzes de Natal                            

Embrulhe com material reciclado de outros outros presentes

Para quem prefere comprar, opte pelo comércio tradicional, por produtos portugueses - código 560 - há sempre produtos deliciosos e originais

Combine com  a família um custo limite para oferecer presentes



Há que pensar no essencial, os afetos, fazer a árvore de Natal em família, um agradável trabalho de equipa, estar com quem nos é importante, tantas outras pequenas coisas e, sem darmos conta, fica o melhor .... e as melhores coisas da vida, não se embrulham nem se enfeitam com laços, os melhores laços já lá estão.

Descubra as luzes de Natal perto de sua casa e ... na sua casa!


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

PALCO 13 - AS MURALHAS DE ELSINORE

O Palco 13 é formada por ex-alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, uma jovem companhia de teatro talentosa, cheia de energia e determinação em manter o sonho de continuar a representar. Uma atitude de excelência que nos contagia. 

A peça "As muralhas de Elsinore", baseada na história de Hamlet, conta-nos a perspetiva de dois guardas do Castelo de Elsinore que com imaginação nos levam a viver  o enlace entre a realidade e a fantasia. 

Com representações itinerantes, o Palco 13 traz-nos  "As muralhas de Elsinore" uma reposição de um espetáculo de qualidade e com entrada gratuita!  


Claro que vai ver! Afinal, a cultura merece e nós também.

 

sábado, 1 de dezembro de 2012

ODE MARÍTIMA - Auditório Camões

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Incontornável, Fernando Pessoa, assinou com o heterónimo Álvaro de Campos, a Ode Marítima, um retrato de uma viagem que se inicia no cais e se prolonga e aprofunda no interior do ser, do sonho, da descoberta do ser em mutação, em revolta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Encenada por João Rosa que acredita que "o teatro não pode ser só entretenimento, cultura e aprendizagem é sobretudo intervenção, agressão, revolta e combatividade. Deixem-se alertar, acordar e espicaçar pelo teatro!", venha assistir à Ode Marítima no Auditório Camões em Lisboa, até ao dia 2 de dezembro.

Fica um excerto ... deixem-se levar pelo teatro....
 
 
"Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão,
Olho pro lado da barra, olho pro Indefinido,
Olho e contenta-me ver,
Pequeno, negro e claro, um paquete entrando.
Vem muito longe, nítido, clássico à sua maneira.
Deixa no ar distante atrás de si a orla vã do seu fumo.
Vem entrando, e a manhã entra com ele, e no rio,
Aqui, acolá, acorda a vida marítima,
Erguem-se velas, avançam rebocadores,
Surgem barcos pequenos de trás dos navios que estão no porto.
Há uma vaga brisa.
Mas a minh'alma está com o que vejo menos,
Com o paquete que entra,
Porque ele está com a Distância, com a Manhã,
Com o sentido marítimo desta Hora,
Com a doçura dolorosa que sobe em mim como uma náusea,
Como um começar a enjoar, mas no espírito.

Olho de longe o paquete, com uma grande independência de alma,
E dentro de mim um volante começa a girar, lentamente,

Os paquetes que entram de manhã na barra
Trazem aos meus olhos consigo
O mistério alegre e triste de quem chega e parte.
Trazem memórias de cais afastados e doutros momentos
Doutro modo da mesma humanidade noutros pontos.
Todo o atracar, todo o largar de navio,
É — sinto-o em mim como o meu sangue -
Inconscientemente simbólico, terrivelmente
Ameaçador de significações metafísicas
Que perturbam em mim quem eu fui..."