quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

PALÁCIO DA CIDADELA DE CASCAIS

 
 
Da monarquia à República, a história do Palácio da Cidadela de Cascais tem uma estreita ligação com os chefes de Estado de Portugal.

A partir de 1870, o Palácio da Cidadela foi utilizado como residência de veraneio da Casa Real, tendo ficado na tutela  da Presidência da República após a implantação da República. 
 
 
 
Foto: Câmara Municipal de  Cascais
 
O Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia deram visibilidade a Cascais, tornando-a num local de veraneio, ao passarem anualmente os meses de setembro e outubro em Cascais, atraindo diversas figuras públicas, da cultura e da política. 

 
Manuel de Arriaga, Bernardino Machado e Óscar Carmona foram alguns dos presidentes da República Portuguesa que fixaram residência oficial no Palácio da Cidadela.
 


Foto: Câmara Municipal de Cascais
 
 
Cinquenta anos após a sua desativação por ter perdido a sua importância estratégica, tendo sofrido uma longa degradação, o Palácio da Cidadela de Cascais abriu ao público a 23 de novembro de 2011. Lembro-me de passear pelo Passeio D. Maria e nem me aperceber que ali por cima, junto à muralha existia uma palácio.

 
Foto: Câmara Municipal de Cascais
 
 
De quarta-feira a domingo, o Palácio da Cidadela acolhe os visitantes nas suas salas ornamentadas, na sala árabe, no antigo quarto do rei D. Luís, entre outras salas que integram um património cheio de história, de uma arquitectura primorosa numa localização especial: na Baía de Cascais.
 
O Palácio da Cidadela de Cascais aguarda a sua visita!

 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CONVERSA COM UM MOMENTO FOTOGRÁFICO - 1


Num passeio junto à praia perto de Cascais, um pôr-do-sol que nos traz a beleza de um final de dia e a esperança no dia seguinte.
 
Se te perguntarem quando é o melhor momento para começar, para sorrir, para fazer, o momento é AGORA!
 
 




Se aproveitares o momento, viveres o presente (tempo), que também é um presente (prenda) para descobrires e desembrulhares, a sensação de tranquilidade vai ser a companhia do teu dia. Como a beleza de um pôr do sol. 

Um dia colorido! 



quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

LIVRARIA LELLO

Classificada como monumento de interesse público, a Livraria Lello, a mais antiga livraria da cidade invicta, comemorou, na passada semana, 110 anos.
 
  
 

 
 
Inaugurada em 1906, a sua  magnífica fachada Arte Nova, a riqueza e beleza do seu interior tornaram-na conhecida como uma das livrarias mais bonitas do mundo.
 
                                                          Foto: Jornal "O público"
 
Um edifício com carácter único, de um enorme beleza arquitetónica, tem no seu  interior as prateleiras neogóticas, a escadaria vermelha em espiral e o grandioso vitral no tecto, que ostenta o monograma e a divisa da livraria: "Decus in Labore" ("dignidade no trabalho"), algumas das razões que conferem o reconhecimento de uma das livrarias mais bonitas do mundo. Entre outros, do jornal britânico "The Guardian", da editora "Lonely Planet", da CNN em 2014, e do escritor espanhol Enrique Vila-Matas .
 
 
Desde 23 julho de 2015, passou a ser cobrada uma taxa de 3 euros, descontados na compra de livros, para ajudar a suportar os custos de manutenção da livraria devido ao desgaste provocado pelo elevado número de turistas. Curiosamente, após a aplicação desta taxa, as vendas da Lello triplicaram em três meses.
 
Um "ex-libris" da cidade portuense, um edifício que acolhe a paixão pelos livros emoldurado numa arquitectura e beleza ímpares.
 
 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

PORTA Nº 23 - CAMINHA

Passear pelas ruas de Caminha, desfrutar da encantadora praça cheia de esplanadas  e tomar uma bebida fresca, faz parte das memórias de férias em Caminha.
 
Bem conservada e apresentada, com vista para a vizinha Espanha para onde se pode ir de ferry-boat, Caminha é uma passagem atraente para quem passa férias na região minhota.
 
 
A localização geográfica de Caminha favoreceu a defesa estratégica  militar dos portugueses na luta contra castelhanos e leoneses, tendo D. Dinis concedeu, em 1284, aos habitantes do concelho a primeira Carta Foral.
 
Caminha teve um especial desenvolvimento devido ao comércio marítimo de onde partiam barcos para diversas partes da Europa e à intensa vida comercial.


A imponente Igreja Matriz, cuja construção foi iniciada em 1428, destaca-se no património histórico de Caminha.

Mais uma vez devido à sua localização geográfica, a defesa do povo de Caminha e das tropas portugueses impediram, durante a 2ª Invasão francesa, 1809, evitaram o domínio de Caminha pelas tropas do Marechal Soult

 
 
 


Caminha é abundante no artesanato e, entre outras artes, destaca-se as rendas e bordados, a cerâmica, os trajes regionais, as miniaturas de barcos, a tecelagem do linho. Claro que a gastronomia também merece uma especial atenção!
 
A tradição religiosa e popular atraem para Caminha diversas festas e romarias. São muitas, mas as conhecidas são a Festa de S. Bento,as Festas em Honra de Nossa Sra. da Bonança as Festas em Honra a Santa Rita de Cássia, a Festa das Solhas e a Romaria de S. João D'Arga.
 
Com tanta festa e romaria, boa gastronomia, património cultural e arquitetónico, belas passagens, é possível resistir a uma visita a Caminha?
 
 
 
 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

ANO NOVO - 2016!


Um novo ano é uma forma de pensar na mudança, inovação e crescimento, tal como uma folha branca em que podemos desenhar os nossos desejos e sonhos para depois os fazer acontecer.













 









 

 

UM  EXCELENTE ANO DE 2016!

 

                            

"Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas nem
parvamente acreditar que por decreto
 da esperança a partir de Janeiro
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e
gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo que mereça
este nome, você, meu caro, tem de
merecê-lo, tem de fazê-lo novo,

Eu sei que não é fácil mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
dorme e espera desde sempre."

 
Carlos Drummond de Andrade



 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

VIA ALGARVIANA - siga esta pista


Em 2008 fiz a Algarviana e recordo com satisfação, os dias de grande calor, a beleza das paisagens bucólicas e rurais do interior algarvio. Uma descoberta que valeu a pena!

  Foto: Via Algarviana
 
 
Habituados ao litoral do Algarve, esquecemo-nos da beleza do interior desta região que oferece muitas oportunidades de actividades, um contacto próximo com a Natureza, e a descoberta de locais e gentes que alimentam a paisagem e a tradição.
 
 Num percurso de 300 km, que liga Alcoutim ao Cabo de S. Vicente, a Via Algarviana é uma Grande Rota Pedestre (GR13) que  permite descobrir a tradição e a natureza do interior algarvio.  

















Foto: Jornal do Algarve
 
 
 
 
 
Foto: Via Algarviana
 
 
Os percursos da Via Algarviana encontram-se devidamente identificados, bem como os próximos a esta Via oferecendo diversidade aos caminhantes e de acordo com as suas capacidades.
 
Foto: Via Algarviana
 
 
Foto: Via Algarviana
 
 
Venha conhecer esta via! Uma alternativa com muitas opções, para férias ou para um curto fim-de-semana na natureza!
 
Um outro lado do Algarve que merece ser conhecido.
 
 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

"DA TERRA" - GUARDA - Tradições com futuro

 
 
 
No piso térreo da Galeria do Paço da Cultura, no centro da Guarda, organizada pela Câmara Municipal desta cidade, decorre a exposição  “DaTerra” -Guarda - Tradições com futuro 

 
 
 Um novo espaço que pretende divulgar o artesanato do concelho, não apenas aos turistas, mas também aos residentes e guardenses.






A exposição abrange três tradições da região: a tecelagem, a cestaria e a cutelaria. Posteriormente, está previsto a divulgação de outras tradições e saberes do concelho.

 
 




Um projeto  abraçado pelos artesãos do concelho,  partiu de uma nova abordagem dos produtos e que contou com a participação da designer Lígio Rezzio e de alunos do Instituto Politécnico da Guarda.

 
 

No desafio tradição/inovação, o espaço "DaTerra" recria a utilização dos conhecidos cobertores de papa,  e as facas, as tesouras e os cestos podem adquirir outra apresentação. 
 
O desafio de recriar os produtos tradicionais através do design, dinamizando a ligação entre a tradição e a inovação. Aliciante, não?

 


Uma visita à memória, à intemporal relação entre o ser humano e a Natureza, que através das matérias-primas como a lã, a madeira e o ferro inscrevem o percurso da região da Serra da Estrela.
 

 



A exposição irá estar patente ao público até ao final do ano.

 
 
Fotos: Margarida Rebelo